Ah, o mundo moderno
Postado por Felipão | Postado em Humor | Postado em 05-03-2010
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Todas as mudanças que estão acontecendo no mundo…

Baseada na aula de sistemas de hoje.
Todas as mudanças que estão acontecendo no mundo…

Baseada na aula de sistemas de hoje.
Certos nomes combinam tão bem com a profissão do sujeito:

Ana Lisa
Psicanalista
P. Lúcia
Fabricante de Bichinhos
Pinto Souto
Fabricante de Cuecas
Marcos Dias
Fabricante de Calendário
Olavo Pires
Balconista de Lanchonete
Décio Machado
Guarda Florestal
H. Lopes
Professor de Hipismo
Oscar Romeu
Dono de Concessionária
Hélvio Lino
Professor de Música
K. Godói
Médico especialista em hemorróidas
Alberta Alceu Pinto
Garota de Programa
H. Romeu Pinto
Garoto de Programa
Eudes Penteado
Cabeleireiro
Sara Vaz
Mãe de Santo
Passos Dias Aguiar
Motorista
Édson Fortes
Baterista
Sara Dores da Costa
Reumatologista
Jamil Jonas Costa
Urologista
Iná Lemos
Pneumologista
Ester Elisa
Enfermeira
Ema Thomas
Traumatologista
Malta Aquino Pinto
Médico especialista em doenças venéreas
Inácio Filho
Obstetra
Oscar A. Melo
Confeiteiro
Jacinto Pinto Aquino Rego
Viado
A moça do Twitter que participa do BBB10 nunca viu tanto sentido na Hashtag #chupa:
Brasileiro tem a mania de querer levar vantagem em tudo. O famoso “jeitinho”. A maior prova disso é a popularização dos MP10, MP11, MP152132 da vida.

Esses MPs são celulares que possuem TV, GPS, Wi-Fi, capacidade de trabalhar com dois chips (dual-SIM), câmera, e até tela sensível ao toque. Outra característica marcante: são baratos. Taí a fórmula ideal para a propagação destes produtos no comércio nacional: mais por menos. O sujeito metido a esperto pensa: “Nossa, com apenas 400 pratas posso levar um celular que faz tudo isso. Como sou esperto!”.
Esse sujeito não teve “culpa”, por assim dizer. Apenas seguiu o pensamento da esmagadora maioria dos brasileiros. E como a maioria dos brasileiros, não consegue enxergar a longo prazo e sequer tem noção do que significa custo-benefício.
O espertalhão comprou um celular cheio de funções e dificilmente usará 10% da capacidade do aparelho. E se usar, vai detonar a bateria em poucas horas. Quem usa GPS? Quem vai aproveitar a internet naquela telinha? Quem vai assistir TV frequentemente? Depois de algum tempo de uso, as funções passam de interessantes a irritantes. Travamentos, usabilidade fraca, bateria se esgotando rapidamente. Isso quando não dá problema nos componentes. Onde vão achar peças de reposição? Onde vão achar assistência técnica? Observe este texto retirado da revista INFO:
“Os clones de iPhone trocam de música com uma chacoalhada para a frente e retrocedem com um movimento para trás. O problema é que esse remelexo não dura muito. Com acabamento frágil, os gadgets têm data de validade curta e funções que só aparecem escritas na embalagem. O visual dos aparelhos engana bem, mas é comum esbarrar com exemplos como o da câmerafone Vaic, que teria resolução de 8 MP, mas, no máximo, captura imagens com 640 por 480 pixels, como uma webcam fuleira. Nos HiPhones, a tampa indica capacidade para guardar 16 GB, quando na verdadeo aparelho traz só um cartão microSD de 1 GB. Não são raros os carregadores, baterias e fones de ouvido que apresentam falhas logo na primeira semana de uso.”
Outro probleminha: causa câncer. Estes aparelhos não são certificados pelos órgãos responsáveis por avaliar o nível de radiação emitidos. Os celulares certificados das marcas mais famosas possuem certificação expressa no manual e no aparelho.
Quem já mexeu num desses aparelhos xing-ling sabe a dificuldade que é navegar pelos menus e encontrar funções simples. Imagine você usando o celular frequentemente. Já vi alguns que travam quando estão reproduzindo música e recebem uma ligação.

Uma frase que é muito válida nesse caso: “O barato sai caro“. Se você deixar cair e quebrar o visor, ou estragar sozinho, diga tchau para seu celular e para seu dinheiro. Talvez você queira se livrar dele antes de estragar, pois não aguenta mais a horrível usabilidade.
Compensa muito mais adquirir um celular de marca reconhecida, pois você com certeza terá o mínimo de qualidade e comprometimento. Dúvida? Pesquise na internet o número de queixas do pessoal que resolveu economizar. Você vai querer deixar de lado o “jeitinho brasileiro” e fazer uma escolha racional.
Quem entende de carro sabe o carisma que alguns automóveis nacionais carregam ao longo de gerações. Quem nunca andou num Opala ou numa Brasília? Meu pai teve vários Opalas, desde esportivos às versões mais requintadas. Meu avô tinha uma valente Brasília vermelha que o acompanhou por longos anos. Foram carros que marcaram minha infância e a de milhares de pessoas.
Achei muito interessante essa promoção do Jornal Extra, na qual você concorre a 12 miniaturas dos maiores clássicos nacionais, com direito a Puma, Karmann Ghia e Ford Galaxie.


A promoção não poderia ter um formato melhor: uma corrida virtual. Para participar basta ir no hotsite, escolher um dos carros para competir e responder a duas perguntas que são feitas diariamente. Cada acerto te dá direito a rolar os dados e andar no tabuleiro virtual. Serão premiados com o kit os 30 primeiros colocados.

Você ainda pode conhecer um pouco mais da história desses veículos enquanto joga. Dica: ao longo da corrida serão disponibilizadas no Twitter dos organizadores perguntas extras que podem te dar vantagem na competição. Pise fundo e boa sorte.
Casemod é a customização do gabinete do computador. Pra fazer uma casemod rapidamente se muitos conhecimentos, você precisará dos seguintes itens:
- Um pedaço de pau
- Um martelo
Depois é só seguir este passo-a-passo:
Chame um técnico. Ou se você tem milhares de seguidores no Twitter, peça ajuda a eles (ou não).
O comediante Rafinha Bastos anuncia o problema no seu Twitter:

Os sintomas sugerem danos a hardware, já que houve uma queda de luz. Observem como há gente bondosa no mundo, que mesmo não entendendo lhufas de informática, resolve dar seu parecer:

Eu não sei vocês, mas a ideia de um vírus se espalhando pela rede elétrica que queima monitores é surreal demais pra mim. Fujam para as colinas enquanto há tempo, para escapar dos virus (ou desses idiotas lotando as interwebs).
Simples, troque o “Y” do Youtube por um “3“. É sério.
Basta abrir qualquer vídeo no Youtube, Por exemplo: www.youtube.com/watch?v=EmD5R9wABoM
E trocar o Y por um 3, desse jeito: www.3outube.com/watch?v=EmD5R9wABoM
A mágica te levará a uma outra página de download onde você poderá selecionar entre o formato MP4 ou FLV. Fácil assim.
Conforme tinhamos divulgado, o gato festeiro estava cumprindo pena por porte de “comprimidos ilegais” durante uma de suas festinhas. Os vizinhos, incomodados com o barulho, chamaram a polícia que acabou realizando o flagrante.

Após uma longa temporada na prisão, os policiais não aguentavam mais a desordem que tinha se instaurado no local. Toda madrugada rolava festas, inclusive na solitária. A situação se tornou tão fora de controle a ponto de carcereiros e presidiários dancarem YMCA em ritmo coreografado. Levado a júri popular, acabou ganhando a liberdade após promover uma rave dentro do tribunal.
Fotos de carros tunados.
Quem é fã da série Velozes e Furiosos certamente ficou admirado com os carrões envenenados que o filme acabou popularizando. O que define um Muscle Car é o aspecto “musculoso”, carroceria cupê, duas portas e potentes motores V8. São os clássicos esportivos americanos dos anos 60, 70 e 80.

Entre alguns clássicos temos o Chevrolet Chevelle, Dodge Charger (foto), Ford Torino, Pontiac GTO, Plymouth Road Runner. Carros que fizeram história nas pistas e angariaram uma legião de admiradores em todo o mundo.
Aqui no Brasil também temos, por assim dizer, nossos “muscle cars” brazucas. Os dois maiores representantes desta categoria são o Chevrolet Opala e o Ford Maverick. Ambos foram e continuam sendo sonho de consumo de muitos aficionados por carros velozes.

Devido às circunstâncias econômicas, como a crise do petróleo, e a adoção de novas tecnologias visando redução de custos acabaram por decretar o fim da era de ouro dos muscle cars. Porém hoje eles são venerados pelos amantes destes veículos que marcaram uma geração.