Vacina H1N1 - O flautista mágico
Posted by Felipão | Posted in Geral | Posted on 25-04-2010
3
O governo federal está em plena campanha pela vacinação da população com o intuito de imuniza-la da gripe A (gripe suína). Mas será que tal ação é realmente necessária? Será que o risco é iminente? Vamos aos fatos.
A gripe Espanhola de 1918 e 1919 matou mais de 20 milhões de pessoas. Esta gripe é falada referindo o numero de mortes e não o numero de contaminados. A percentagem de morte foi de 2,5%, o que significa que 97,5% dos contaminados se recuperaram. A atual gripe A tem uma mortalidade de 0,05% o que significa que 99,95% dos contaminados se recuperam. No Brasil morreram, segundo ESTIMATIVAS, 557 pessoas (fonte). Isto significa que não há necessidade de arriscar os efeitos secundários de uma vacinação.
Um dos possíveis efeitos secundários da vacina H1N1 é o síndrome de Guillain-Barré, que matou e incapacitou centenas de americanos na campanha de vacinação H1N1 em 1979 com 500 casos confirmados deste síndrome. A vacina foi retirada do mercado 10 dias depois após vacinarem 48 milhões de pessoas, tendo feito mais vitimas que o vírus H1N1. (saiba mais sobre esta síndrome)
A vacina conteria ainda substâncias nocivas a longo prazo ao corpo humano, como mercúrio, esqualeno e células de câncer animal. Estas são informações que circulam pela internet e que duvido da veracidade delas, até porque diversas outras vacinas contém esta substância. Segundo estas mesmas fontes, as indústrias farmacêuticas receberam imunidade contra ações judiciais em troca de subsídios de distribuição da vacina. Ou seja, foi uma espécie de “só vendo se você me isentar de qualquer responsabilidade pelo produto”.

Porém, há dois fatos que para mim são mais concretos:
1. O número de mortos e infectados pela gripe A são somente estimativas. Os testes usados para o H1N1 não são aprovados pela FDA (Agência de Drogas e Alimentos dos EUA), e esses testes não são confiáveis. Os poucos que supostamente morreram por causa do H1N1 também estavam com pneumonia ou outras doenças, entretanto, o instituto médico quer que você acredite que o H1N1 foi a única causa dessas mortes. Não só o instituto médico, como o governo e a mídia alardearam maciçamente uma doença que mata tanto quanto a dengue. No auge do pânico, basta alguém morrer de pneumonia para afirmarem que era gripe suína. De acordo com as declarações dos Centros de Controle de Doenças, Agência de Drogas e Alimentos e da Organização Mundial da Saúde (OMS), o H1N1 é uma doença moderada da qual muitas pessoas se recuperam em uma semana sem medicação.
2. Em 1976, os Estados Unidos viveram um surto da mesma doença. O então presidente Gerald R. Ford determinou a vacinação em massa da população como forma de evitar a doença, medida que resultou em um fim trágico: uma pessoa morreu pela gripe e ao menos 25 por terem tomado a vacina. O pânico foi gerado pelo surto de gripe espanhola ocorrido em 1918 e por informações desmentidas. “A vacina contra a gripe vinha sendo usada há muitos anos sem que nada acontecesse”, afirmou David J. Sencer, então diretor do CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos), ao jornal de Los Angeles. Ele perdeu o emprego devido ao episódio. O resultado foi o surto da síndrome de Guillain-Barré. Estes fatos, tenho certeza, são verídicos, sendo inclusive publicados na Folha de São Paulo e disponível em diversas mídias. Alguma semelhança com o pânico atual?
A própria OMS admite no seu mais recente “update” sobre a pandemia que “até 17 de outubro de 2009, em todo o mundo houve mais de 414 mil casos confirmados laboratorialmente e perto de cinco mil mortos”. Ou seja, o tom da frase desta mensagem confirma-se, ainda que possa haver alguma divergência quanto à mortalidade percentual da Gripe A. Dos infectados no mundo, 0,7% vêm a falecer de complicações decorrentes, com extremos estatísticos como o Brasil (mais de 4%) e Reino Unido (menos de 0,02%), variações que se prendem sobretudo com a qualidade da prevenção, o Inverno Austral e a eficácia dos sistemas públicos de Saúde. Ou seja, o tom continua correto, mas a taxa de mortalidade pós-infeção é de fato superior ao afirmado.
Alguns números (no Brasil):
Mortes por gripe A: 557 em 2009 (estimativa)
Mortes por dengue: 280 entre 2008 e 2009
Mortes por gripe comum: 2.000 por ano (fonte)
Mortes pelo trânsito: 30.000 por ano, aproximadamente (fonte)
Conforme o Ministério da Saúde, no Brasil existem cerca de 400 a 500 mil casos de gripe sazonal (comum), com 2 a 2,5 mil mortes por ano, ou seja, aproximadamente 0,5% dos casos de gripes, principalmente por complicações respiratórias que evoluem para pneumonias. Também de acordo com Jon Andrus, da OMS, a gripe comum mata cerca de 500 mil pessoas por ano no mundo, o que mostra que, na verdade, a taxa de mortalidade do novo vírus está abaixo das taxas normais provocadas pelas gripes comuns e suas complicações.
Não estou questionando aqui a periculosidade da vacina. Há vários estudos desmentindo os riscos e confirmando sua eficácia na imunização contra o vírus H1N1. O que ressalto é a questão de este assunto ter voltado depois de ter sido praticamente esquecido pela mídia. Há um risco de se contrair a gripe A? Sim, há, mas o risco de morrer é estatisticamente menor do que botar o pé para fora de casa e morrer no trânsito. Ou até mesmo menor do que pegar uma gripe comum.

O que estou percebendo é juntamente o que está no título deste artigo: o flautista mágico conduzindo os ratos. Justamente o que o governo está fazendo com seus cidadãos. São milhões de reais superfaturados indo diretamente para o bolso dos políticos, outros milhões para a indústria farmacêutica e a conta chegando no contribuinte, porque SUPOSTAMENTE 500 e poucas pessoas morreram de uma DOENÇA ESTÚPIDA que é MENOS PERIGOSA DO QUE A GRIPE NORMAL. E você, já tomou sua vacina? O governo agradece.
























